COMO CURTIR UMA VIAGEM: TEL AVIV

Viagens são experiências únicas, e toda dica é sempre bem-vinda na hora de planejar um roteiro. Por isso, criei este quadro no blog com entrevistas de pessoas que viajaram por aí. Se você também quiser participar, é só mandar um email para: jessicascovoli@gmail.com. 😉

A entrevista de hoje é com o Benjamin, que viajou para Tel Aviv!

Qual destino você escolheu e por que? Ficou por quanto tempo?
Minha última viagem foi para Israel na cidade de Tel Aviv, fui convidado para o casamento de uma prima minha. Fiquei 9 dias lá, e foi maravilhoso! 🙂

Como você planejou essa viagem?
Na verdade, foram minha mãe e irmã que planejaram tudo! Elas usaram um site de viagens para comprar as passagens de avião e reservaram um apartamentozinho (tipo um kitnet) por outro site (Airbnb), que valeu muito à pena, pois é uma alternativa para redução de gastos. Normalmente, tem uma pequena cozinha, então é possível fazer comida, reduzindo ainda mais os custos! Mas é difícil preparar comida, esse tempo deve ser melhor aproveitado conhecendo o local, fazendo compras… 😉 Os dois dias de visita à Jerusalem e Nazaré, procuramos lá mesmo uma agência de viagem para fazer os tours.

Como foi o processo da viagem? Tirar passaporte e visto? E a trajetória no aeroporto, segurança, imigração?
A viagem é um pouco cansativa, fizemos conexões (São Paulo – Madri e Madri – Tel Aviv) que resultou em aproximadamente 19 horas de viagem! Ufa!  Passaporte já tinhamos e não precisvámos de visto, acredito que brasileiros não têm problemas para entrar em Israel. A trajetória é tranquila, mas achei o aeroporto de Tel Aviv meio desorganizado! Filas bagunçadas para passar pela polícia federal e os banheiros eram nojentos! Em relação a segurança, nunca me senti ameaçado, aliás, me senti muito mais seguro em Israel do que no Brasil.

Sobre a sua mala, quais foram as coisas essenciais que você levou, e o que você fez questão de trazer para o Brasil?
Infelizmente, não da pra levar o guarda roupa todo, então tem que ser flexível e organizado na hora de fazer a mala! O que não pode faltar na minha mala é: uma calça jeans, um boné, tênis esportivo (você sempre andará muuuuito durante os passeios) perfume e uma boa troca de camisetas! Hahahaha. Além de trazer uma peça de roupa diferente, gosto de trazer também uma “relíquia”, no caso, eu trouxe umas pedras diferentes que achei durante os passeios!.

Como foi seu dia a dia/ sua rotina durante a viagem?
Muito ativa! Sempre alguma coisa pra fazer! Porém acordávamos um pouco tarde, lá para às 10 horas da manhã. Tirando os dias com compromisso, como um tour que começava as 7:30 da manhã, durante a tarde comprávamos algum salgado ou doce para encher um pouco a barriga e tentávamos toda noite sair para jantar em um restaurante com um familiar.

O que você mais sente falta no Brasil? E o que você menos sente falta?
Senti muita falta dos amigos e do meu cachorrinho que se chama Tobby! É um lulu da pomerânia com pêlos douradinhos! E eu menos senti falta, ou melhor, NÃO senti falta do dia-a-dia estressante da minha faculdade que amo tanto! Hahahaha Ah, e não posso esquecer de comentar que de todos países que vi praia, praticamente nenhuma se compara às praias brasileiras!

Como é para sua família/amigos você ficar esse tempo longe?
No meu caso, amigos longe, porque a família eu fui ver eles! Acredito que também sentiram minha falta, mas com a internet é tudo tão fácil para se comunicar, então sempre mandava mensagens, assim como eles também!

Já conhecia o idioma do lugar? Como você faz para se virar?
Não conhecia! É o hebraico e árabe, mas eu passei em bairros que falavam mais hebraico! Só que é muito fácil se virar com o inglês, a grande maioria sabe falar nessa língua também! Isso foi o que aprendi:
Layla tov = Boa noite
Boker tov = Bom dia
Shalom = Cumprimento que significa paz com você Toda = Obrigado.

Você conseguiu manter seu orçamento? Acabou gastando mais do que queira? O que pesa mais no seu bolso? (estadia, compras, locomoção, etc)
O orçamento foi muito bem mantido, até porque, por enquanto, minha mãe que paga tudo, e ela sabe muito bem lidar com dinheiro! Pela situação do real, da economia brasileira, e o custo de vida de lá que é caro, não ajudou muito! Tudo, como roupas e comida estavam muito caro! Acredito que com o que você mais gasta é comida, pois é necessário e como eu expliquei acima, a situação não era muito a favor.

É fácil lidar com a moeda local?
É super fácil, mas como eu disse, não estava a favor do real na época que fui! E você acaba usando mais cartão do que a própria cédula, porém tem cartões que trazem problema no uso internacional, relacionado à limite do cartão, uso internacional e regras do banco. Tivemos uma situação problemática com cartão lá, relacionada à segurança e liberação do uso do cartão no exterior. Graças à Deus, deu tudo certo no fim! :).

Sobre a gastronomia local, o que achou? Como é a sua dieta/alimentação?
Amei, muito húmus de ótima qualidade e molhos diversos e picantes, variações de temperos, em todo canto que olhava tinha suco de pomegranade e se você é vegano lá é o paraíso vegano!! Eu comia de tudo, uma comida mais gostosa que outra, amei um lanche chamado Falafel!

Três dicas essenciais para quem quer fazer essa viagem:
Seja aberto à novos sabores e texturas de comida. Não deixe de visitar Jerusalem e Nazaré. Faça um passeio para conhecer a arquitetura da “Cidade Branca”, é uma parte da cidade de Tel Aviv que foi construída influenciada por um movimento chamado Bauhaus.

Quais são os apps indispensáveis para sobreviver na viagem? (transporte, dinheiro, turismo, diversão, etc.)
Google maps, você pode baixar o mapa da cidade e usar offline podendo saber em que ponto está! Uber, aliás, se você pedir o serviço do Uber, aparece um táxi, não é livre para qualquer motorista ser credenciado no aplicativo. Câmera, mais que óbvio. Bússola também, é muito essencial, brincadeirinhaaaa, hahahahaha!

O que você acha da vida “noturna” do local? E as festas (bares e baladas), muito diferentes do Brasil?
Infelizmente não pude sair sozinho, conhecer baladas e bares. Mas o que eu vi é que dá pra se divertir, mas os locais fecham bem mais cedo do que aqui no  Brasil!! E a partir de um horário na sexta, acredito que 17 horas, tudo fecha para o começo do Sabbath no sábado, então fica beeeeeem boring, pouquíssimos comércios ficam abertos, e normalmente são restaurantes!

Três lojas que você amou e queria no Brasil? Por que?
Não achei nada muuuito diferente, mas uma loja que gostei se chama Castro, têm vários tipos e estilos de roupa e é um preço mais acessível, como se fosse uma C&A ou Riachuelo.

Qual foi a coisa mais diferente que presenciou na viagem? E qual foi a maior lição que aprendeu durante o seu tempo fora?
Por todo lado haviam jovens vestidos com roupas normais e portavam uma metralhadora, acredito que eram os soldados. Haviam muitas pessoas fitness,  e muito bonitas também, lá eles cuidam demais da saúde. Acredito que a maior lição que pude aprender, mas também é algo que simplesmente sempre tento me relembrar é, viver uma vida mais saudável e sempre ser mente aberta para aprender e entender estilos diferentes de vida e sua cultura!

Tem mais alguma coisa que você queira dizer?
Outra coisa que me marcou muito é a falta de senso de limpeza com as ruas em relação aos animais domésticos, os animais faziam suas necessidades na rua e o dono nem ligava para limpar, e outra é que têm muuuuuitos gatos de rua, então certas ruas ficam com aquele cheiro forte de xixi. E por fim, quero agradecer a princess da Jess por me deixar compartilhar minhas experiências sobre essa viagem! Desejo tudo de bom para o seu blog e que ele cresça mais e mais! God bless you baby! Besos!

Se você gostou dessa entrevista continue acompanhado o Benjamin no Insta @benbrezger!

 

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