5 BANDAS FAVORITAS DO MOMENTO

O quadro CINCO COISAS vai ser o espaço onde eu, Luiza Salomão, a outra irmã da Jess, vou falar sobre todos os assuntos que englobam esse mundo de música e entretenimento. Mas antes, uma pequena introdução:
Eu tenho 18 anos e sou libriana. Sou formada no colégio, e no momento estou na fase de escolher que curso fazer. Sou apaixonada por música e me considero uma pessoa bem eclética. Nos últimos anos colecionei vários artistas e músicas favoritas que compõem as mais de três mil músicas que tenho salvo no meu Spotify, e é sobre isso que vou falar no CINCO COISAS de hoje.

Minhas 5 bandas e músicas favoritas!
(ps: as bandas não estão em ordem de preferência)

MUMFORD & SONS
Não me lembro muito bem como conheci a banda de folk britânica composta pelo vocalista Marcus Mumford, que dá nome a banda; Ben Lovett, que atua como baterista, além de ser responsável pelo famoso som do acordeão que marca bastante o estilo da banda; o guitarrista e banjoísta, Wintson Marshall, e por fim; Ted Dwane que toca principalmente o contrabaixo. A banda ficou muito marcada por esse som que minha irmã chama de “Zé Colmeia e Catatau”, com instrumentos que remetiam muito ao som típico rústico e rural do folk, como banjo, acordeão e violão. Cada músico da banda explora instrumentos diferentes, e nenhum deles têm uma posição fixa para falar a verdade, já que eles variam muito no estilo de suas músicas, como dá para perceber através dos álbuns lançados. “Sigh No More” foi o primeiro, BEM FOLK, que emplacou singles com The Cave e Little Lion Man. Depois veio “Babel”, o segundo álbum do grupo que fez sua popularidade aumentar ainda mais por causa do single “I Will Wait”. E por último, foi lançado “Wilder Mind”. Esse com certeza é meu álbum favorito da vida, onde gosto de todas as músicas e recomendo cada uma delas. Ele tem um estilo totalmente diferente dos outros álbuns. Nesse álbum, a banda preferiu deixar seu folk um pouco de lado e investir em uma pegada mais indie rock. As músicas saem do estilo sertanejo para uma coisa mais virada para o rock, com solos de guitarras e viradas de baterias mais marcadas. Apesar de ser o álbum menos popular deles, talvez por aderir um estilo totalmente diferente do que os fãs estavam acostumados, “Wilder Mind” tem as algumas das minhas músicas preferidas pelo fato de produzirem nesse álbum um estilo musical diferente de tudo que eu já ouvi. Utilizam os instrumentos para produzir sons que eu nunca imaginei que ouviria, como o contrabaixo na minha música favorita “Tompkins Square Park”.
Dica da Lulu: escute Tompkins Square Park e logo em seguida Believe, outra música do álbum, sem interrupções entre as faixas para entender do que estou falando 🙂

THE KOOKS
Acabei de perceber que todas as bandas de quem vou falar hoje são britânicas… Mas não faz mal, porque em Brighton, na Inglaterra (a cidade que eu considero a mais bonita do mundo), se formou The Kooks. A banda já trocou de integrantes algumas vezes, mas ainda conta com o vocalista original, Luke Pritchard, que também atua como guitarrista; Hugh Harris, o guitarrista; Pete Denton na bateria e Max Refferty como baixista. Conheci a banda pelo cover que fizeram da música “Young Folks”, da banda Peter Bjorn and John. Nunca me interessei muito em conhecer o trabalho original deles, apesar de conhecer algumas músicas de ouvido, como os singles mais famosos como “Naive” e “Seaside”. Mas tudo mudou no Lollapalooza de 2015. O álbum “Listen” já estava circulando por um ano, mas só ali, ao vivo e em cores, tive a oportunidade de ouvir “Around Town”, “Are We Eletric” e todo esse álbum que me fez apaixonar na hora. Mas com certeza, minha favorita é “Bad Habit”. Essa, como todas as outras músicas do The Kooks, me encanta pela construção da música. Primeiro os vocais, depois as palmas, depois os instrumentos, e assim você sente que faz parte de música. (E vou poder sentir isso mais de perto no dia 12 de maio, no show da turnê “The Best Of”, que vai acontecer no Espaço Das Américas em São Paulo, e dia 13 de maio no Vivo Rio, no Rio de Janeiro)

LITTLE MIX
Fugindo totalmente do indie rock ou do folk e indo direto para o pop. Minha girl band favorita da vida, Little Mix, foi formado no The X Factor em 2011. Jade, Jesy, Leigh-Anne e Perrie compõem o primeiro grupo a ganhar a competição originalmente britânica. Lançaram o total de 4 álbuns, sendo eles: “DNA” em 2012, “Salute” em 2013, “Get Weird” em 2015 e por último “Glory days” em 2017. O amadurecimento e progresso das meninas é bem evidente por dentre os álbuns, que começaram com uma vibe mais adolescente com musicas super motivadoras, como o single mais conhecido, “Wings”, e hoje em dia emplacam singles que falam sobre superação de ex, como “Shout Out To My Ex”, e músicas com mais conotações sexuais como “A.D.I.D.A.S.” e “F.U.”, um lado que as próprias meninas disseram que queriam explorar mais nas suas músicas. Minha música favorita delas é uma das antigas, uma das músicas motivacionais, que apesar de ser single, não é muito conhecida. Little Me fala sobre o seu relacionamento com você mesmo e é uma música muito bonita. Vale a reflexão!

ONE DIRECTION
Directioner de carteirinha e assumida, sempre fui fã dos meninos. Conheci eles através da Camila, que não parava de ouvir “What Makes You Beautiful”, há mais de 6 anos. Chegava a ser irritante a insistência dela para fazer eu e a Jess ouvirmos a música e conhecer a banda, e um dia me rendi. Desde então, acompanhei cada álbum deles e acho que conheço a letra de todas as músicas. Nunca fui a fã de ter pôsteres colados por todo o quarto ou querer tatuar o nome deles na testa, mas sempre tinha uma música do One Direction tocando no meu celular. Sem falar nas horas que passei na fila para assistir eles ao vivo em 2014. Harry, Zayn, Liam, Niall e Louis, também formaram a boy band no The X Factor, e diferente da Little Mix, os meninos que estiveram na competição um ano antes delas, não ganharam o programa. Ficaram em terceiro, mas isso não mudou nada comparado ao sucesso que os 5 obtiveram nos anos de carreira. Lançaram de cara o álbum “Up All Night”, e não pararam mais. No mesmo ano, “Take Me Home” foi parar no topo de vários países. No ano seguinte veio “Midnight Memories”, depois “Four”, que foi o último álbum deles com o Zayn. Por último, em 2015, foi lançado “Made In The A.M.”, onde tem minha música favorita “What A Feeling”. Essa música não é single e é pouco conhecida pelos que não são fãs dos meninos, mas é minha favorita pelo mesmo motivo que o Louis considera a música tão especial: é a música mais diferente de tudo que os meninos já produziram. Eu considero a música um pouco mais madura do que o estilo comercial que os meninos aderiram a trajetória inteira da banda, que terminou infelizmente ano retrasado. Vale a pena escutar algo diferente do famoso “What Makes You Beautiful”.

QUEEN
Essa foi minha banda de 2017. Não podia ficar um dia sem ouvir “I Want To Break Free” ou tentar tocar “Bohemian Rhaposy” no piano. Queen começou a fazer parte oficialmente do meu repertório diário depois que eu assisti o “Nostalgia Freddie Mercury” no Canal Nostalgia do Felipe Castanhari. Já conhecia algumas músicas aqui, outras ali. Sempre fui de cantar um “We Are The Champions” quando ganhava alguma coisa, mas me apaixonei mesmo pelas histórias por trás dos álbuns e das músicas depois de assistir o vídeo emocionante de uma hora de meia. Sem falar em uma audição do Britian’s Got Talent, outro show de talentos britânico (que vou falar mais sobre em um post futuro) que abrilhantou ainda mais uma das obras do Freddie Mercury. Não vou detalhar muito sobre a biografia da banda, porque se o Castanhari não deu conta de todos os detalhes em quase duas horas de vídeo, imagina eu em alguns parágrafos. Mas o importante é ressaltar o estilo autêntico e totalmente inesperado que as músicas trazem, sem falar nos vocais fenomenais que são de tirar o fôlego. Podia falar que minha música favorita é “Bohemian Rhapsody” (apesar de ser uma das músicas mais geniais de todos os tempos), ou qualquer outra música animada ou com instrumentos marcantes, mas é exatamente o contrário. Dessa vez eu vou roubar e falar das minhas duas músicas favoritas, já que eu não consigo escolher entre as duas. A primeira, “Love Of My Life”, conta com uma performance de violão impecável e os vocais que transitem os sentimentos puros da música. Já a segunda, “The Show Must Go On”, me cativou pela melodia dramática, sem falar na mensagem que a música passa, que dependendo do ponto de vista, pode ser motivacional, ou uma crítica à dura realidade do dia a dia. Fica a indicação do vídeo do Canal Nostalgia e das músicas que fogem do estilo animado da banda!

E essas são minhas 5 bandas favoritas, que seguem estilos e gêneros totalmente diferentes, mas todas são especiais da sua maneira. Lembrando que são apenas palavras de uma adolescente apaixonada por música, não de um especialista fazendo uma crítica. Espero que tenham gostado e fiquem ligados que sexta-feira que vem eu volto para falar sobre mais CINCO COISAS!
Xoxo Gossip Girl ou só Lulu mesmo!

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