GLAMOUR BEAUTY FESTIVAL E EVENTOS DE TENDÊNCIA

Ameise Design lança coleção ‘Candy’ + Talk Percepção de Cores 

Ameise Design, referência em mobiliário infantil para crianças de 0 a 12 anos apresenta a coleção ‘Candy’. A novidade traz alguns dos produtos icônicos da marca em tons claros como palha e prata, com o intuito de expandir o leque das opções de cores em que a Ameise aposta para o design infantil.

Depois de conhecer a coleção Candy, rolou o talk apresentado pela Neuroscientist Claudia Feitosa Santana sobre percepção de cores em um espaço super bacana preparado pela Ameise. O intuído do Talk foi para sabemos a importância de estimular a presença de figuras coloridas que contribuem para o raciocínio, fala, audição, entre outras funções que contribuem para o crescimento infantil de um futuro adulto e de como ele verá as cores ao seu redor. E não ficou só nisto foi falado também a importância das cores para um ambiente, como cada pessoa reage a uma determinada cor, e as cores das roupas que usamos para expressar nossa personalidade.

E para surpresa de todos que estavam presente, a Neuroscientist Claudia nos mostrou aquele polêmico vestido #TheDress que na época que saio na mídia deu o que fala, aonde algumas pessoas enxergavam dourado-e-branco ou azul-e-preto. A cor do vestido original é azul-e-preto, muito doido isso né, mais para eu não ser muito extenso aqui vou deixar o link do site abaixo aonde a Claudia explica tudo sobre esta polêmica do vestido. E assim o talk foi encerrado e tivemos um pelo café da manhã. 

https://claudiafeitosasantana.wordpress.com/2015/03/01/a-ciencia-por-tras-do-thedress/

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VICUNHA TÊXTIL APRESENTA COLEÇÃO VERÃO 19

Tive oportunidade de ir conhecer o showroom da Vicunha têxtil onde estava sendo apresenta as novidades do mercado jeanswear da próximo coleção verão 19. Como foi minha primária vez em um showroom não sabia de como funcionava, mais tive o prazer de ser recepcionado pelo pessoal do marketing, aonde eu tive uma rápida apresentação de como será os produtos e da macrotendência do próximo verão. E o bacana foi saber que propósito da coleção é passar que a sobriedade despojada, irreverência criativa, mood streetwear esportivo e a estética kitsch-chic influenciam as produções que aparecem nas passarelas e nas ruas na próxima temporada.

Foi incrível ter oportunidade de conhecer as próximas tendências, não vou negar queria todas as peças de preferência todas as jaquetas, hahaha! 

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Glamour Beauty Festival

Bom não vou negar que fique na dúvida de falar desse evento, mais como admirador da revista Glamour, mudei de ideia, resolvi conta pra vocês como foi.

Diferente da primeira edição que foi no hotel Tivoli Mofarrej aqui São Paulo, a segunda foi Rio de Janeiro no Jockey club, já terceira edição do evento aconteceu no JK Iguatemi. Minha ida ao evento foi mais pelas palestras. Diferente da primeira vez onde tivemos direto a três palestras, nesta só tivemos direto a uma. No meu ponto de vista pelo valor pago devia dar direito a assisti outras. Mais aí aconteceu que tive oportunidade de ver a palestra mais disputada que já conto pra vocês.

O intuído da glamour beauty festival e de bate-papos com experts, influencers e celebridades, com espaços para quem quer conhecer e testar novidades de make, cabelo e pele.

Agora é hora de vocês saberem o que rolou na palestra, minha escolha de compra foi para assistir HEALTHIFICATION +  AS MUSAS FITNESS DO MAKEOVER. A verdade que eu não espera muito coisa viu, mais confesso que me enganei, foi um papo bacana sobre corpo, lifestyle saudável, e todo processo para alcançar sua melhor versão sem extremos.

Como disse acima tive sorte de conseguir ver a palestra mais disputado e aguarda, O SEGREDO PARA BOMBAR NAS REDES SOCIAIS PELAS YOUTUBERS.

Aí eu já pensei já quero essa dicas para vida e colocar elas em práticas, mais vi que tudo foi falando já era o que venho sempre falando para Jess. 

Tudo bem que não teve as dicas mais incrível, mais gostei muito de ouvir o que Nati Voza e Gabi Lopes pensa sobre os blogs, YouTube e Instagram. Teve outras influenciadores porém essas foram que eu mais gostei de ouvir as experiências. 

Estes foram os eventos que eu estive presente.

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E não deixem de me seguir lá no  Instagram @douglasmarinho, fui.

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TUDO SOBRE O WORKSHOP DO PINTEREST NA SPFW

Oi gente aqui é o Douglas! Vocês já devem ter ouvido falar de mim aqui no blog várias vezes pelas fotos que já fiz pra Jess. Mas agora como editor do blog, ganhei um espaço para compartilhar com vocês minha presença nos diversos eventos que rolam aqui em SP!

Na última terça-feira (29 de agosto) participei do primeiro workshop do Pinterest no Brasil, junto com o calendário de moda do SPFW. Tudo rolou lá no edifício do WeWork, um lugar maneiríssimo! A palestra foi apresentada pela Bruna (@brunatoni) uma das responsáveis pelo Pinterest aqui no Brasil. O intuito foi que todos que tivessem presentes conhecessem mais sobre o Pinterest e todo recurso disponível em sua plataforma. Uma das coisas ditas que achei interessante falar aqui, foi sobre como converte sua conta para uma conta business que é gratuito. As hashtags não funcionam no Pinterest, curioso né? E podemos ter até 500 pastas em nossos perfis, haja inspirações para tanta pasta, heim!


Contamos ainda com a presença  Edson (@edsonhcs) um dos responsáveis pelo site Manual do Homem Moderno que falou um pouco sobre moda masculina e compartilhou sua experiência no SPFW. Ganhei um mini kit personalizado, e sem contar o coffee break recheado de delícias! Ainda tive a  surpresa da equipe do Marketing da Cartel011 com um convite para conhecer a loja pop-up store no SPFWN44. Essa ideia do workshop junto à semana de moda foi o máximo!

Esse foi meu primeiro post aqui UDC, espero que tenham gostado! Até o próximo e não deixem de me seguir lá no insta! @douglasmarinho

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O QUE EU NÃO GOSTEI DO LOLLAPALOOZA

Se preparem pals porquê eu cheguei! Vocês já me conhecem aqui no blog por ter fotografado alguns looks da Jess. Agora vou escrever aqui também! Para o meu primeiro post no UBRAN DRESS CODE, vou falar sobre algo que não vi ser muito falado depois do Lollapalooza 2017. O post de hoje será sobre as coisas que eu NÃO GOSTEI no evento. De longe não foi o meu Lolla favorito, mas isso não quer dizer que foi ruim, pelo contrario, sem dúvida foi o melhor final de semana de 2017. Mas, assim como todos os anos, esse Lollapalooza foi mais um que deixou muito a desejar. Seja pelas apresentações, pelo LINE-UP ou pela própria organização do evento.

Vamos começar falando sobre a organização do evento. Como sempre as bebidas foram um grande problema. Além do preço, a disponibilidade era quase inexistente por causa das grandes filas dos bares, que não davam nem coragem de enfrentar. Além do mais, os “ambulantes” só vendiam Skol Beats, que dificultava ainda mais para o público que gosta de apreciar uma boa e velha cerveja.

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Minha sugestão para os próximos anos seria: além de dividir os bares de acordo com bebidas, afinal não é justo você ficar na mesma fila enorme de quem quer comprar cerveja só para pegar uma água, é que houvessem “ambulantes” vendendo cerveja. Tenho certeza que iria deixar o publico muito mais feliz 🙂 Outra coisa que eu tenho para falar no quesito de organização é referente aos palcos. Como vocês sabem, ou não (vou deixar o mapa aqui embaixo), o Lollapalooza tinha 4 palcos: o palco AXE, o palco SKOL, palco ONIX, e o mais recente palco PERRY (eletrônica).

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Uma coisa que eu achei estranha foi o fato de algumas das maiores atrações (Metallica e The Strokes, por exemplo) não se apresentarem no palco ÔNIX, que teoricamente é o maior palco de todos. O palco AXE também foi um problema. O som estava baixo demais, e na minha opinião é o palco com a pior visibilidade, ainda mais porque inverteram o palco de posição (talvez por motivos técnicos). Visualmente não agradou em nada. O mais novo palco PERRY, a ex-tenda eletrônica, também foi um problema para mim. Não diretamente porque eu não fui assistir nenhuma atração lá. Mas para quem estava no palco Skol ele incomodava. O som do palco PERRY claramente invadia o som do palco SKOL, e essa briga sonora não soava nada bem.

Mas agora vamos falar do assunto mais polêmico: as piores atrações este ano. Na verdade, isso foi mais uma decepção do que um desgosto. Acho que eu apostei demais, criei uma expectativa muito grande em cima de algo que não acabou sendo exatamente o que eu imaginava.

  1. THE 1975:
    Uma das bandas que eu mais estava afim de assistir. Nem conheço muitas músicas deles, mas só pela sua identidade visual já apostei que o show seria perfeito. E realmente foi perfeito, músicas maravilhosas, uma banda realmente muito boa. Era lindo de se ouvir e ver. Mas, por mais que isso pareça pedir demais, eu não gostei da atitude do cantor Mathew Healy. Eu sei que todo aquele charme de quem diz “eu já esperava por tudo isso, vou só fazer a minha parte e ir embora” faz parte de sua personalidade. Mas, qual é? O primeiro show deles no país… E eu, pessoalmente falando, gosto de um pouco de humildade e simpatia. O que eu não senti vindo dele (diferente do Vance Joy ou do James Hetfield, vocalista do Metallica, que foram surpreendentemente super humildes e fofos). Isso acabou fazendo com que eu visse a apresentação deles de outra maneira. Não sentindo tudo aquilo que eu queria sentir com as músicas deles, que apresentam uma mensagem tão forte.

 

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  1. THE CHAINSMOKERS:
    Essa foi a maior decepção do Lollapalooza na minha opinião. E diferente do The 1975, isso não tem nada a ver com a atitude deles, foi mais a apresentação em si. Mas antes de explicar minha opinião vou tentar contextualizar para vocês. No ano retrasado, no Lolla mesmo, eu fui ao show do Skrillex. E foi, sem brincadeira, o show que eu mais dancei na minha vida. Foi O SHOW. Várias luzes, várias músicas conhecidas. Ele conseguiu envolver todas as pessoas com vários gostos de música diferentes. Então venho em 2017, saindo do show do Metallica, que descrevendo em 3 palavras: UM SHOWZÃO DA P@!A, e chego para o show do Chainsmokers (detalhe que acordei às 6 da manhã aquele dia, estava com fome, sono e com vontade de ir ao banheiro, enfim). Chegando lá, eu esperava ouvir Closer, Paris, Don’t Let Me Down, e todos os hits deles que eu estava tão animada para ouvir. Eis que eu chego para um show que sinceramente parecia que alguém tinha simplesmente ligado um pen-drive em um computador. Chegou uma hora que eu literalmente sentei no chão e fiquei la esperando acabar (isso é claro considerando todo o meu cansaço e as outras coisas que eu falei mais cedo). Mas o ponto é que, eles tentaram de uma maneira forçada engajar o público tocando trechos de bandas como Panic! at The Disco e The Killers. Mas não deu certo, por que nem essas músicas eles deixaram tocar por mais de 15 segundos. Acho que esse foi o meu maior problema. Quando você começava a sentir a musica e toda a vibe da galera, eles trocavam, te deixando sem saber o que fazer ou para qual música dançar e cantar. Isso ocorreu principalmente com os hits deles que eram o principal motivo da galera querer vê-los. Foi pra mim, um show mal feito de DJ de balada. Me deixa triste escrever uma opinião tão ruim de um show que eu queria tanto ver, #decepcionada.

Mas então foi isso galerinha do mal. Esse foi meu primeiro post aqui para o URBAN DRESS CODE, na minha categoria FOR THE RECORD! Espero que tenham gostado, e se não concordam com as minhas opiniões deixem um comentário e vamos debater o assunto! Um hug, ate a próxima!

Luiza Salomão

 

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