GLAMOUR BEAUTY FESTIVAL – 4a EDIÇÃO

O parque temático de beleza realizado pela revista Glamour Brasil, aconteceu no último sábado dia 30/06 e foi um sucesso. Ainda estou tentando superar esse evento que abalou o JK Iguatemi e para ser sincero, me surpreendi com tudo que eu vi: o cenário com cara de parque de diversões, as palestras e workshops com presença de pessoas incríveis que eu acompanho pelo Instagram e televisão, e os mimos das marca participantes.

O workshop de estilo com Arlindo Grund foi impecável. Foi de tirar o fôlego! Uma experiência única poder sentar frente à frente enquanto ouvia ele falar das tendências, do autoconhecimento que temos que ter com nosso corpo, a adequação de cada peça para cada ambiente. A maneira com que ele domina o assunto, nos ajuda a expandir a mente e olhar para novas possibilidades de estilo e peças que podem fazer toda a diferença na hora de compor um look.

E para minha supresa, rolou um talk sobre fotografia Móbile promovida pela Samsung, com ninguém mais, ninguém mesmo, que Paulo Del Valle, um dos fotógrafos mais incríveis, que domina o Instagram com aquelas fotos surreais que faz a gente pirar só de olhar. Eu juro para vocês que não acreditei que eu estava a poucos passos dele, queria sair perguntado 500 mil coisas hahaha!

Tive oportunidade de perguntar o que ele achava dos preset. Ele me respondeu que para quem está iniciando no Instagram e quer alavancar sua fotos, é super válido usar, mas para um fotógrafo não, pois o mesmo tem que criar sua própria identidade. Aproveitei o término do talk e fui pergunta o que ele estava achando da nova plataforma criada pela Instagram, o IGTV. Essa foi sua resposta: “É uma alternativa para não ter que ficar vendo stories quebrados, que nem sempre as pessoas têm interesse de irem até o final e ver o que você está falando. E para não ficar com tanta cara de stories, é válido elaborar uma produção, usar uma câmera profissional, quem tiver, trabalhar com algum filtro em cima da imagem, criar uma capa ou uma chamada, para ter a sua identidade.”

É válido ressaltar uma frase que ele disse sobre fazer foto com celular: “Ao fazer fotos com o celular, pense sempre na luz e na composição da foto, usando as grades da câmera.” Aproveitei para fazer uma foto com novo galaxy A8 da samsung, que tem a qualidade incrível. Vale muito a pena conferir!

Outra palestra que eu assisti foi a “Backstage das redes – o que quase ninguém sabe sobre a vida de influencer”. Confesso que fiquei estava curioso, mas não tão animado. Queria ter feito uma pergunta, mas não deu tempo, passou muito rápido. Mas gostei de ver o carinho que as convidadas, como a Sophia Abrahão, tiverem ao responder as perguntas, sendo bem sinceras. Senti que foi um bate-papo mais sobre a vida pessoal de cada uma. Uma conversa leve e bem aberta, que incluiu algumas dicas para alavancar como influencer, mas nada de extraordinário.

Quem esteve no evento, viu que foi uma ótima oportunidade de conhecer novas pessoas, trocar informações com profissionais de beleza, moda e criadores de conteúdo. Uma experiência maravilhosa! A equipe Glamour está de parabéns!

Obrigado aos fotógrafos Luciana Aith e Cadu Maya, por contribuir com as fotos. Vale muito a pena conferir o trabalho deles!

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DESFILES DE MODA – QUAL É A VERDADEIRA IMPORTÂNCIA?

Em uma era em que uma notícia chega, impacta a vida de milhões de pessoas, entra em todas as rodas de conversa e uma semana depois desaparece, é difícil continuar sendo relevante.

Hoje é relativamente fácil se fazer ser ouvido mas é também mais difícil consolidar sua voz e trazer um conteúdo que não seja efêmero, no sentido pejorativo da palavra. Com um clique nos transportamos de universos. É surpreendente como podemos mergulhar intensamente em uma experiência por meio de stories do Instagram ou vídeos no YouTube e no segundo seguinte nos desconectar daquelas pessoas, marcas e lugares.

A demanda pelo personalizado nunca foi tão grande. Hoje o público prefere ouvir de uma blogueira com ar de “girl next door” do que de uma super celebridade, dona de padrões inatingíveis. As próprias Kardashians, apesar de sugerir uma distância, seja pelo dinheiro ou pelo padrão de vida, nos parecem próximas porque temos acesso a quase todos os momentos de suas vidas. As redes sociais hoje são uma porta de entrada para a vida dessas personalidades e mudaram o jeito que nos relacionamos, tanto com pessoas que vemos todos os dias como com marcas e figuras públicas.  

Fila final da @julianajabouroficial no #SPFWN45 💥 #SPFW

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Esse impacto não é apenas referente aos relacionamentos, mas como consumimos e absorvemos conteúdo. Quanto mais próximos e incluídos nos sentimos, mais as chances de criarmos afeto diante de algo ou alguém, e felizmente (?), sentimentos ainda são um pouco mais duradouros do que os cliques que damos em nossos smartphones. Tendo tudo isso não só em mente, como presente no meu dia a dia, comecei a refletir sobre o modelo que as marcas de luxo usam para apresentar suas novas coleções.

A ideia de um desfile começou a se desenvolver em Nova York, na época de 1903 e tinha como público as clientes de classe média. Antes disso, em Paris, já haviam marcas que exibiam seus mais novos modelitos em salões de beleza e eventos da high society para maior visibilidade. Demoraram 40 anos até que a primeira Semana de Moda acontecesse, e hoje, 75 anos depois é difícil encontrar um feed do Instagram que fique isento de receber pelo menos algumas imagens relacionadas às Fashion Weeks durante suas temporadas.  

Contudo, a primeira Semana de Moda foi criada a partir de uma necessidade. Devido a Segunda Guerra Mundial as marcas precisavam oferecer uma alternativa aos compradores: havia se tornado muito mais difícil viajar até Paris, e hoje me parece muito mais uma tradição do que de fato algo relevante.

Existe realmente a necessidade de se mostrar e divulgar novas coleções, mas do que adianta armar um circo exclusivíssimo que não chega até a maioria das pessoas de forma realmente impactante?

A necessidade de mercado hoje é completamente diferente do que há 75 anos atrás. Passamos por transformações tão intensas, temos tantas possibilidades animadoras de revitalização da experiência de desfiles, e mesmo assim parece que alguns costumes permaneceram parados no tempo.

Hoje não basta usar o espaço da Bienal ou construir um grande mercado no Grand Palais. Podemos criar experiências refrescantes, inovadoras ou releituras de uma série de eventos que podem impactar o mundo todo de maneira muito mais divertida e eficaz se nos abrirmos para o diferente, o novo, o ousado. Algumas pessoas parecem enxergar como não se pode mais dançar no mesmo ritmo quando a música mudou drasticamente, e com isso surgiram ideias novas e estimulantes, como a parceria de designers com modelos que além de tudo são célebres it girls, mas isso ainda não me parece suficiente.

Um desfile pode ser um statement, pode representar ideais, transmitir ideais, chacoalhar pensamentos acomodados. Pode ser uma verdadeira performance artística, como sempre vejo no DNA das apresentações do Ronaldo Fraga – sério, respeito total pelo senso de realidade que ele deu pro evento nos lembrando sobre a tragédia que houve em Mariana.

Mas também pode ser um evento divertido que nos recordem que a criatividade mora ao lado. Ideias como o desfile-não-desfile da Diane von Furstenberg no Inverno de 2016 são o tipo de experiência adequada para o tempo que vivemos. Imagine escalar um time de modelos que também representem a cara da marca ou o mood da coleção, mas não para desfilar, e sim, para dançar! Parece até com o que os parisienses fizeram lá no começo, não é? Pois às vezes as ideias simples (ou a reinvenção delas) são tudo que precisamos. Uma imensa celebração na loja nova iorquina da designer foi o evento criado para divulgar a coleção. E tudo isso dentro do conceito see now, buy now (a possibilidade de comprar uma peça da coleção que acabou de ser desfilada) – mais conhecido como a salvação da moda na geração ansiedade. Com esse tipo de visão o público tende a se aproximar desse universo distante.

Uma tendência só é democratizada depois que uma personalidade mais “acessível” faz posts didáticos sobre ela. Maisons ainda não têm uma linha de comunicação com possíveis clientes. O consumo mudou. A forma de se relacionar com um cliente mudou. A maneira como as tendências se alastram é também completamente diferente, e mesmo assim a High Fashion foi muito relutante até mesmo em deixar o Street Style entrar.

Por que será que é tão difícil democratizar a moda, se até a informação já deu mil passos pra frente?

Diferente do que algumas pessoas pensam, Miranda Priestly já explicou pra gente como as decisões de Oscar de la Renta e Anna Wintour realmente afetam o que iremos usar poucos meses depois. E se há pouco tempo era improvável que alguém periférico tivesse interesse em acompanhar os últimos lançamentos da Gucci, hoje vemos milhares de frequentadores de bailes com bonés ostentando o logo da marca. Então por que ainda insistimos em traçar uma linha entre quem pode usar certa roupa e quem não? Quem pode acompanhar um desfile e quem não?

Texto por: Julia Cortez

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KIPLING: LANÇAMENTO COLEÇÃO ESSENTIALS

Hoje eu fui conhecer a nova coleção da Kipling em um brunch super delicioso. A linha titulada de Essentials resgata o DNA da marca sob uma proposta vintage, e eu particularmente adorei o resultado.

A Kipling sempre foi uma marca importante para mim, esteve presente em toda minha vida escolar. Minha mãe comprava diversas bolsas e estojos da Kipling para mim e meus irmãos. São peças que temos até hoje e que continuam parecendo novas. (Aliás, quem me acompanha nos stories sempre vê minha mochila rosa da Kipling me acompanhando para todo canto!) A qualidade da Kipling é indiscutível e a bolsas são maravilhosas. Fiquei muito contente de receber esse convite de uma marca que sempre fez parte da minha vida.

A COLEÇÃO KIPLING ESSENTIALS:
A marca belga sempre aposta em criações modernas e ao mesmo tempo mantendo a identidade super icônica da Kipling. A linha Essentials foi inspirada nos modelos clássicos e na estética dos anos 90. Detalhes como o logotipo redondo (aquele que a gente pintava de branquinho na escola) e o ziper são destaques das bolsas dessa coleção. A cartela de cores é super moderna e ao mesmo tempo básica, vai com tudo, sabe? São cores como: vermelho, azul navy, nude bege e preto. Eu adorei a versatilidade nos modelos. Temos um colorblock de preto e também tem peças bicolors, ou seja, para todos os gostos!

Todos esses modelos já estão disponíveis nas lojas, assim como os sapatos! Pois é, a marca tem uma linha de sapatos que combina com as bolsas. São super confortáveis e com um visual básico super lindo! Assim como as bolsas, os sapatos tem um detalhe de “ziper” em volta da sola. Eu achei uma graça isso. Você pode conferir mais no site da marca clicando aqui!

E para finalizar esse post, vim desvendar o mistério que me intrigou a vida toda: “De onde vem o nome dos macaquinhos da Kipling?” Fiquei tão feliz quando descobri que são os nomes dos funcionários da marca. De todos os setores e todos os cantos do mundo. Que ideia genial, né?

Obrigada Kipling e Press Pass por esse evento maravilhoso, adorei conhecer um pouco mais sobre essa marca querida!

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