TUDO SOBRE O LOLLAPALOOZA 2018

Mais um ano de Lollapalooza! Desde 2012 fui em todas as edições e não me canso desse evento! Eu sabia que seria puxado: três dias de festival em um espaço gigantesco como o Autódromo. Mas não esperava pelo Onix Day! Para minha surpresa acabei indo para lá quatro dias seguidos! É mole? Agora que estou quase 100% recuperada, vim dar meu feedback para vocês.

ONIX DAY
Obrigada Mãe, pelo meu carrinho lindo que depois de cinco anos pagando IPVA se tornou um vale show! 🙂 Pois é, a Chevrolet fez uma super promoção para donos de Onix, onde você conseguia levar três acompanhantes para curtir algumas atrações do festival. O processo de retirada de ingresso foi muito simples e valeu super a pena! Apesar da chuva no dia, foi maravilhoso. O único problema foi que eu perdi o show do Wiz Khalifa. Cheguei a tempo de ver o Liam mas perdi o rapper. Foi um ótimo esquenta para o Lollapalooza!

PRIMEIRO DIA
No primeiro dia oficial, consegui ver vários shows diferentes! Peguei o finalzinho da Mallu Magalhães que foi muito querida com o publico. Depois assisti o Volbeat, uma banda norueguesa de metal que surpreendeu à todos! Presença de palco contagiante e um som impecável! Depois foi a hora de ver Royal Blood, o rock dos ingleses foi bastante animado também. O highlight do dia para mim, com certeza, foi Chance The Rapper. Um show que eu não esperava NADA e me emocionou. O cara é muito talentoso e sabe fazer um show que deixa todo mundo pulando! E é claro que quem encerrou o dia foi o Red Hot Chilli Peppers. O Anthony Keidis deu uma bela desafinada, mas mesmo assim o show foi muito bom!

SEGUNDO DIA
Cheguei à tempo de ver o show do Mac Miller, o boy da Ariana Grande (tem post sobre o show dela também). Foi um show bem animado e diferente, gostei bastante! Logo em seguida fui ver The National. Eu não conhecia muito o som deles mas é aquele show que você precisa ver, sabe? Os caras estão sempre no topo das paradas da Billboard. E em seguida esperei para ver Pearl Jam. Claro que a apresentação foi incrível, eles nunca decepcionam os brasileiros.

TERCEIRO DIA
Com certeza foi o melhor dia! O evento começou com Miky Chance animando todo mundo! Depois fui ver Metronomy, a banda arrasou muito e também foram mega simpáticos. Em seguida fui ver Tropkillaz, não esperava e foi com certeza um dos melhores shows do festival! Consegui ver o começo do show do Khalid mas depois fui correndo para o palco do Liam Gallagher. O espaço estava muito cheio então não deu para ver todos os shows. Apesar de sua fama de “marrento”, o Liam foi extremamente fofo (nas duas apresentações) e não deixou a desejar! E para encerrar o melhor de todos os shows: The Killers! Emocionante, agitado, feliz e cheio de surpresas! Não tem como descrever a experiência de assistir essa banda. Hit atrás de hit, e uma performance impecável. Já quero The Killers de volta no Brasil!

Além de todos esses espetáculos, a organização do festival me surpreendeu muito. No ano passado foi bem difícil encarar as filas dos bares e era quase impossível conseguir consumir algumas coisa. Já esse ano, tinha mais bares e muitas pessoas vendendo comidinhas e drinks no meio da pista. Os banheiros estavam por toda parte e não passei por perrengue em fila em nenhum momento. Gostaria só de ter um controle mais objetivo e seguro sobre o consumo das pulseiras. Alguns pontos estavam cobrando valores indevidos e isso me preocupou bastante.

Obrigada Press Pass, Renner e Rocket Camisetas pela parceria nesse festival! E vocês, o que acharam?

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COMO CURTIR UMA VIAGEM: FLORIDA

Viagens são experiências únicas, e toda dica é sempre bem-vinda na hora de planejar um roteiro. Por isso, criei este quadro no blog com entrevistas de pessoas que viajaram por aí. Se você também quiser participar, é só mandar um email para: jessicascovoli@gmail.com😉

A entrevista de hoje é com a Ana Luiza, que fez intercâmbio na Flórida!

Qual destino você escolheu e por que? Ficou por quanto tempo?
Eu fui para Tampa, na Florida. Na verdade, eu queria mesmo era ir para Califórnia, mas não consegui. Então foi a empresa que escolheu por mim. Fiquei 10 meses.

Como você planejou essa viagem?
Desde sempre quis morar fora para ter uma experiência diferente. Então fui até a empresa e eles me disseram tudo que eu iria precisar (documentos, etc). Basicamente, eu deixei toda a burocracia na mão deles e graças a Deus, deu tudo certo.

Como foi o processo da viagem? Tirar passaporte e visto? E a trajetória no aeroporto, segurança, imigração?
Passaporte eu já tinha e o visto foi super fácil. Tirei com antecedência para não ter problemas. No aeroporto do Brasil foi tudo tranquilo, mas assim que eu cheguei nos EUA, tive alguns problemas com meus documentos e tive que ficar mais de uma hora dentro da salinha da polícia federal sem poder usar o celular e falar com ninguém. Até que eles acharam, no meio de todos os meus documentos, o que eles estavam procurando.

Sobre a sua mala, quais foram as coisas essenciais que você levou, e o que você fez questão de trazer para o Brasil?
Levei quase o meu guarda-roupa inteiro. Muitas roupas de calor e biquínis. Para ser sincera, me arrependi de ter levado uma mala tão cheia, já que lá é tudo muito barato. Então acabei voltando com a mala quase explodindo, cheia de coisinhas novas.

Como era seu dia a dia/ sua rotina durante a viagem?
Nos dias de semana basicamente ia para escola e às vezes saía com os meus amigos depois da aula pra comer em algum fast food ou jogar boliche. E, durante o final de semana, eu procurava sair sempre que podia para conhecer lugares novos.


O que você mais sentiu falta no Brasil? E o que você menos sentiu falta?
Senti muita falta das pessoas e da cultura. Com certeza não senti falta dos preços altos.

Como foi para sua família/amigos você ficar esse tempo longe?
Foi muito difícil. No começo eu chorava todo dia, até que fui me acostumando e me adaptando ao lugar, mas a saudade era gigante.

Já conhecia o idioma do lugar? Como você fez para se virar?
Eu fiz inglês com uma professora particular durante três anos. Até que falava bem e entendia tudo, mas quando cheguei lá eu simplesmente travei. O que me fez soltar e arriscar foi o pensamento de que se eu não tentasse eu nunca iria aprender.

Você conseguiu manter seu orçamento? Acabou gastando mais do que queira? O que pesou mais no seu bolso? (estadia, compras, locomoção, etc)
Gastei muito no começo com besteira e até me arrependi. Mas com o passar dos meses, consegui lidar melhor com o dinheiro e me policiar para não passar fome. Gastei muito com comida (restaurante, mercado, etc) e com presentes.

Foi fácil lidar com a moeda local?
Sim, não tive esse problema.

Sobre a gastronomia local, o que achou? Como foi a sua dieta/alimentação?
Comi de tudo, experimentei muitas coisas novas. Principalmente os doces e balas. Bem coisa de filme americano mesmo. Mas sinceramente, nada se compara a comida brasileira.

Três dicas essenciais para quem quer fazer essa viagem:
Vá com a cabeça aberta, se algo estiver te incomodando, fale e se você precisar de ajuda não tenha medo e nem vergonha de pedir.

Quais são os apps indispensáveis para sobreviver na viagem? (transporte, dinheiro, turismo, diversão, etc.)
Eu não usei nenhum aplicativo específico, mas meus amigos americanos usavam muito o MAPS do IPHONE como GPS.

O que você achou da vida “noturna” do local? E as festas (bares e baladas), muito diferentes do Brasil?
Eu sinceramente prefiro a vida noturna no Brasil. Nós somos muito mais animados e os americanos adoram causar de um jeito não muito legal. Por eu ser menor de idade, não pude ir nas baladas, mas os bares são muito divertidos, principalmente os de música latina. Eu ia em algumas house parties, mas não foi tão divertido quanto eu achei que seria, tipo nos filmes.

Três lojas que você amou e queria no Brasil? Por que?
Dollar tree, target e o grande walmart. As três são muito baratas, tipo absurdamente baratas, e vendem de tudo. Principalmente o walmart, que apesar de ter no Brasil é muito diferente do de lá. Além de supermercado, também tem roupas, sapatos, etc.


Qual foi a coisa mais diferente que presenciou na viagem? E qual foi a maior lição que aprendeu durante o seu tempo fora?
O quão diferente o americano é do brasileiro. Isto foi uma das coisas que mais me surpreendeu, tanto a cultura quanto os princípios e valores. Eu aprendi muito na minha viagem, mudei bastante também e me tornei mais forte. Aprendi a ter paciência (mesmo que ainda não seja a pessoa mais paciente do mundo) e aprendi a não desistir tão facilmente do que eu quero e do que eu acredito. Também aprendi a não deixar ninguém nunca pisar em mim.

Tem mais alguma coisa que você queira dizer?
Bom, eu tive uma experiência incrível, apesar de algumas dificuldades. Me diverti muito e amadureci demais. Eu super indico a todos que pensam em fazer o intercâmbio ou uma viagem longa. É algo inesquecível.

Se você gostou dessa entrevista continue acompanhado a Ana Luiza no Insta: @aninharibeiro21 e no Twitter: @aninharibeiro21

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COMO CURTIR UMA VIAGEM: EUROPA

Eu nunca fiz uma super viagem, por isso resolvi entrevistar alguns amigos e perguntar sobre as experiências deles em diversos lugares do mundo. Fiz isso para ter dicas reais que vão me ajudar na hora de escolher um destino e realizar o meu sonho de fazer uma viagem vibes! Esse quadro do blog não é só pra mim, mas é para te ajudar também. E se por acaso você já fez alguma viagem e quer me contar mais sobre ela, é só mandar um email para: jessicascovoli@gmail.com. 😉

A entrevista de hoje é com a Martina, que vive em Londres e trabalha com moda!

1. Qual destino você escolheu?
Eu atualmente moro em Londres, mas é só falar a palavra aeroporto e eu já estou com o passaporte na mão. Entre ano passado e esse foram mais de 30 destinos …

2. Por quanto tempo ficou viajando?
Com intervalos entre idas e vindas são 4 anos (e passa tããão rápido).

3. Por que você foi para lá?
Eu sempre amei Londres pela elegância e multi culturalismo da cidade. E como eu vivo uma passion for fashion, Londres é uma das capitais mais interessantes no quesito estilo e autenticidade.

Frenchie 80's mood 🍁

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4. Como é seu dia a dia, sua rotina durante a viagem?
Toda vez que eu viajo eu faço uma lista de lugares que quero visitar, mas eu adoro andar sem rumo e descobrir lugares novos.

5. O que você mais sente falta no Brasil?
O que eu mais sinto falta do Brasil é minha família (claro), também dias de sol e pão de queijo, açaí, paçoca… rs.

6. E o que você menos sente falta?
O que eu menos sinto falta é da criminalidade e violência.

7. Como é para sua família/amigos ficar esse tempo longe?
É muito difícil ficar longe dos amigos e família, principalmente da minha mãe, pois sempre fomos muito ligadas. Mas, todos os meios de comunicação minimizam a dor de uma saudade.

8. Já conhecia a língua do lugar? Como você fez para se virar?
Eu fui alfabetizada e cresci em uma escola americana/internacional. Minha primeira língua escrita foi inglês.

UN Gala Night ✨

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9. Sobre alimentação e dieta: você come de tudo? Tem muitas coisas diferentes?
Em Londres eu mantenho minha alimentação normal. Sou super regrada com alimentação e exercício físico. Aqui você encontra os melhores chefs e restaurantes de todas as partes do mundo. Sempre tem um lugarzinho novo e cool.

10. Três dicas para quem quer fazer essa viagem:
Entenda como o metro funciona.
Traga um guarda chuva.
Ame Londres (não tem outra opção).

11. Quais apps são indispensáveis na viagem?
Com certeza google maps e city mapper são indispensáveis…

12. O que você achou da vida “noturna” comparada com o Brasil, e o que você fez a noite (bares, baladas)?
Os pubs são mais cheios em horário de happy hour, logo depois do trabalho porque geralmente eles fecham entre meia noite e uma. Mas Londres é bem famosa pelos afters que vão até as 12 do dia seguinte. Tem para todos os gostos.

13. Três lojas que você amou e queria no Brasil?
Não são marcas necessariamente inglesas mas eu adoro a Zadig & Voltaire, Scotch & Soda e Reiss.

All the way up ⛷ #ski #verbier #switzerland

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Se você gostou dessa entrevista, continue acompanhado a Martina no Insta: @martinagurgel 

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