OS MELHORES DOCUMENTÁRIOS DE MÚSICA NO NETFLIX

Ultimamente tenho assistido vários documentários no Netflix, e a maioria sobre músicos e suas carreiras. Alguns achei um pouco decepcionante, como por exemplo o da Beyoncé que esperava mais da história. Mas também assisti alguns que são geniais, e por isso vim recomendar aqui pra vocês!

Supersonic
O documentário que saiu em Outubro de 2016 conta a trajetória de uma das maiores bandas dos anos 90. Vemos desde o inicio do Oasis, como eles conquistaram a fama, ate a  briga final dos irmaos Gallenger. E na real, a briga nem é todo esse drama que vemos na mídia, e sim um relacionamento comum entre irmãos. Eles mostram cenas de backstage, entrevistas com a banda e vários shows ao redor do mundo. Com certeza um dos meus documentários favoritos.

It Might Get Loud
It Might Get Loud reúne 3 grandes músicos, sendo um dos deles um dos maiores guitarristas de todos os tempos para uma conversa no mínimo educativa. Jimmy Page, The Edge e Jack White, cada guitarrista representando uma geração em um documentário onde eles falam sobre suas experiências e influências na guitarra, o instrumento que simboliza o rock!

Kurt & Courtney
Ao contrário dos outros documentários dessa lista, esse é o que menos fala sobre música. Kurt & Courtney conta um pouco sobre a vida insana de Kurt Cobain e o seu relacionamento com Courtney Love. Já aviso que não é um filme muito feliz, mas vale muito a pena principalmente pra quem curte Nirvana ou quer entender um pouco mais sobre o amor para um dos integrantes icônicos da banda.

Show ‘Em What You’re Made Of
Esse foi com certeza o filme que mais me surpreendeu da lista. Lançado em 2015, Show ‘Em What You’re Made Of conta toda a história dos Backstreet Boys. O início da banda e da carreira de cada um dos integrantes que até hoje continuam juntos. A boyband que influenciou uma geração inteira como nunca visto antes. Sério, é muito amor, assistam!

 

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LOLLA VLOG E SUICIDAL TENDENCIES #052

#weekenddiary pós feriado pra falar sobre o Lolla (sim, não superei ainda) e sobre outro show vibes que eu fui. Não posso deixar de falar sobre a minha experiência no festival aqui no blog, e tem posts da Cami e da Lu que vocês podem conferir também! Primeiramente, volta Lolla! Segundo, se liga nesse vlog! Acho que isso expressa um pouco do que sentimos lá:

Por mais que o evento tenha alguns problemas, ele não deixa de ser uma experiência incrível! Pra mim, shows e principalemente festivais, são muito mágicos, uma vibe inexplicável. Toda a experiência desde a compra do ingresso, a espera do lineup, a contagem regressiva para o festival e é claro o evento em si! Aqui estão algumas das fotos que já publiquei no meu Insta e o vlog desse final de semana.

Além disso rolou o show do Suicidal Tendencies esse último Sábado. O Ra Diaz, baixista da banda, que me convidou e como sempre foi super atencioso. Já fiz um post falando sobre a última passagem deles pelo Brasil. Dessa vez o show foi no espaço Tropical Butantã e foi genial! Uma presença de palco incrível da banda e sem falar que eles tocam pra caramba!

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O QUE EU NÃO GOSTEI DO LOLLAPALOOZA

Se preparem pals porquê eu cheguei! Vocês já me conhecem aqui no blog por ter fotografado alguns looks da Jess. Agora vou escrever aqui também! Para o meu primeiro post no UBRAN DRESS CODE, vou falar sobre algo que não vi ser muito falado depois do Lollapalooza 2017. O post de hoje será sobre as coisas que eu NÃO GOSTEI no evento. De longe não foi o meu Lolla favorito, mas isso não quer dizer que foi ruim, pelo contrario, sem dúvida foi o melhor final de semana de 2017. Mas, assim como todos os anos, esse Lollapalooza foi mais um que deixou muito a desejar. Seja pelas apresentações, pelo LINE-UP ou pela própria organização do evento.

Vamos começar falando sobre a organização do evento. Como sempre as bebidas foram um grande problema. Além do preço, a disponibilidade era quase inexistente por causa das grandes filas dos bares, que não davam nem coragem de enfrentar. Além do mais, os “ambulantes” só vendiam Skol Beats, que dificultava ainda mais para o público que gosta de apreciar uma boa e velha cerveja.

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Minha sugestão para os próximos anos seria: além de dividir os bares de acordo com bebidas, afinal não é justo você ficar na mesma fila enorme de quem quer comprar cerveja só para pegar uma água, é que houvessem “ambulantes” vendendo cerveja. Tenho certeza que iria deixar o publico muito mais feliz :) Outra coisa que eu tenho para falar no quesito de organização é referente aos palcos. Como vocês sabem, ou não (vou deixar o mapa aqui embaixo), o Lollapalooza tinha 4 palcos: o palco AXE, o palco SKOL, palco ONIX, e o mais recente palco PERRY (eletrônica).

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Uma coisa que eu achei estranha foi o fato de algumas das maiores atrações (Metallica e The Strokes, por exemplo) não se apresentarem no palco ÔNIX, que teoricamente é o maior palco de todos. O palco AXE também foi um problema. O som estava baixo demais, e na minha opinião é o palco com a pior visibilidade, ainda mais porque inverteram o palco de posição (talvez por motivos técnicos). Visualmente não agradou em nada. O mais novo palco PERRY, a ex-tenda eletrônica, também foi um problema para mim. Não diretamente porque eu não fui assistir nenhuma atração lá. Mas para quem estava no palco Skol ele incomodava. O som do palco PERRY claramente invadia o som do palco SKOL, e essa briga sonora não soava nada bem.

Mas agora vamos falar do assunto mais polêmico: as piores atrações este ano. Na verdade, isso foi mais uma decepção do que um desgosto. Acho que eu apostei demais, criei uma expectativa muito grande em cima de algo que não acabou sendo exatamente o que eu imaginava.

  1. THE 1975:
    Uma das bandas que eu mais estava afim de assistir. Nem conheço muitas músicas deles, mas só pela sua identidade visual já apostei que o show seria perfeito. E realmente foi perfeito, músicas maravilhosas, uma banda realmente muito boa. Era lindo de se ouvir e ver. Mas, por mais que isso pareça pedir demais, eu não gostei da atitude do cantor Mathew Healy. Eu sei que todo aquele charme de quem diz “eu já esperava por tudo isso, vou só fazer a minha parte e ir embora” faz parte de sua personalidade. Mas, qual é? O primeiro show deles no país… E eu, pessoalmente falando, gosto de um pouco de humildade e simpatia. O que eu não senti vindo dele (diferente do Vance Joy ou do James Hetfield, vocalista do Metallica, que foram surpreendentemente super humildes e fofos). Isso acabou fazendo com que eu visse a apresentação deles de outra maneira. Não sentindo tudo aquilo que eu queria sentir com as músicas deles, que apresentam uma mensagem tão forte.

 

1975

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  1. THE CHAINSMOKERS:
    Essa foi a maior decepção do Lollapalooza na minha opinião. E diferente do The 1975, isso não tem nada a ver com a atitude deles, foi mais a apresentação em si. Mas antes de explicar minha opinião vou tentar contextualizar para vocês. No ano retrasado, no Lolla mesmo, eu fui ao show do Skrillex. E foi, sem brincadeira, o show que eu mais dancei na minha vida. Foi O SHOW. Várias luzes, várias músicas conhecidas. Ele conseguiu envolver todas as pessoas com vários gostos de música diferentes. Então venho em 2017, saindo do show do Metallica, que descrevendo em 3 palavras: UM SHOWZÃO DA P@!A, e chego para o show do Chainsmokers (detalhe que acordei às 6 da manhã aquele dia, estava com fome, sono e com vontade de ir ao banheiro, enfim). Chegando lá, eu esperava ouvir Closer, Paris, Don’t Let Me Down, e todos os hits deles que eu estava tão animada para ouvir. Eis que eu chego para um show que sinceramente parecia que alguém tinha simplesmente ligado um pen-drive em um computador. Chegou uma hora que eu literalmente sentei no chão e fiquei la esperando acabar (isso é claro considerando todo o meu cansaço e as outras coisas que eu falei mais cedo). Mas o ponto é que, eles tentaram de uma maneira forçada engajar o público tocando trechos de bandas como Panic! at The Disco e The Killers. Mas não deu certo, por que nem essas músicas eles deixaram tocar por mais de 15 segundos. Acho que esse foi o meu maior problema. Quando você começava a sentir a musica e toda a vibe da galera, eles trocavam, te deixando sem saber o que fazer ou para qual música dançar e cantar. Isso ocorreu principalmente com os hits deles que eram o principal motivo da galera querer vê-los. Foi pra mim, um show mal feito de DJ de balada. Me deixa triste escrever uma opinião tão ruim de um show que eu queria tanto ver, #decepcionada.

Mas então foi isso galerinha do mal. Esse foi meu primeiro post aqui para o URBAN DRESS CODE, na minha categoria FOR THE RECORD! Espero que tenham gostado, e se não concordam com as minhas opiniões deixem um comentário e vamos debater o assunto! Um hug, ate a próxima!

Luiza Salomão

 

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