O QUE EU NÃO GOSTEI DO LOLLAPALOOZA

Se preparem pals porquê eu cheguei! Vocês já me conhecem aqui no blog por ter fotografado alguns looks da Jess. Agora vou escrever aqui também! Para o meu primeiro post no UBRAN DRESS CODE, vou falar sobre algo que não vi ser muito falado depois do Lollapalooza 2017. O post de hoje será sobre as coisas que eu NÃO GOSTEI no evento. De longe não foi o meu Lolla favorito, mas isso não quer dizer que foi ruim, pelo contrario, sem dúvida foi o melhor final de semana de 2017. Mas, assim como todos os anos, esse Lollapalooza foi mais um que deixou muito a desejar. Seja pelas apresentações, pelo LINE-UP ou pela própria organização do evento.

Vamos começar falando sobre a organização do evento. Como sempre as bebidas foram um grande problema. Além do preço, a disponibilidade era quase inexistente por causa das grandes filas dos bares, que não davam nem coragem de enfrentar. Além do mais, os “ambulantes” só vendiam Skol Beats, que dificultava ainda mais para o público que gosta de apreciar uma boa e velha cerveja.

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Minha sugestão para os próximos anos seria: além de dividir os bares de acordo com bebidas, afinal não é justo você ficar na mesma fila enorme de quem quer comprar cerveja só para pegar uma água, é que houvessem “ambulantes” vendendo cerveja. Tenho certeza que iria deixar o publico muito mais feliz :) Outra coisa que eu tenho para falar no quesito de organização é referente aos palcos. Como vocês sabem, ou não (vou deixar o mapa aqui embaixo), o Lollapalooza tinha 4 palcos: o palco AXE, o palco SKOL, palco ONIX, e o mais recente palco PERRY (eletrônica).

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Uma coisa que eu achei estranha foi o fato de algumas das maiores atrações (Metallica e The Strokes, por exemplo) não se apresentarem no palco ÔNIX, que teoricamente é o maior palco de todos. O palco AXE também foi um problema. O som estava baixo demais, e na minha opinião é o palco com a pior visibilidade, ainda mais porque inverteram o palco de posição (talvez por motivos técnicos). Visualmente não agradou em nada. O mais novo palco PERRY, a ex-tenda eletrônica, também foi um problema para mim. Não diretamente porque eu não fui assistir nenhuma atração lá. Mas para quem estava no palco Skol ele incomodava. O som do palco PERRY claramente invadia o som do palco SKOL, e essa briga sonora não soava nada bem.

Mas agora vamos falar do assunto mais polêmico: as piores atrações este ano. Na verdade, isso foi mais uma decepção do que um desgosto. Acho que eu apostei demais, criei uma expectativa muito grande em cima de algo que não acabou sendo exatamente o que eu imaginava.

  1. THE 1975:
    Uma das bandas que eu mais estava afim de assistir. Nem conheço muitas músicas deles, mas só pela sua identidade visual já apostei que o show seria perfeito. E realmente foi perfeito, músicas maravilhosas, uma banda realmente muito boa. Era lindo de se ouvir e ver. Mas, por mais que isso pareça pedir demais, eu não gostei da atitude do cantor Mathew Healy. Eu sei que todo aquele charme de quem diz “eu já esperava por tudo isso, vou só fazer a minha parte e ir embora” faz parte de sua personalidade. Mas, qual é? O primeiro show deles no país… E eu, pessoalmente falando, gosto de um pouco de humildade e simpatia. O que eu não senti vindo dele (diferente do Vance Joy ou do James Hetfield, vocalista do Metallica, que foram surpreendentemente super humildes e fofos). Isso acabou fazendo com que eu visse a apresentação deles de outra maneira. Não sentindo tudo aquilo que eu queria sentir com as músicas deles, que apresentam uma mensagem tão forte.

 

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  1. THE CHAINSMOKERS:
    Essa foi a maior decepção do Lollapalooza na minha opinião. E diferente do The 1975, isso não tem nada a ver com a atitude deles, foi mais a apresentação em si. Mas antes de explicar minha opinião vou tentar contextualizar para vocês. No ano retrasado, no Lolla mesmo, eu fui ao show do Skrillex. E foi, sem brincadeira, o show que eu mais dancei na minha vida. Foi O SHOW. Várias luzes, várias músicas conhecidas. Ele conseguiu envolver todas as pessoas com vários gostos de música diferentes. Então venho em 2017, saindo do show do Metallica, que descrevendo em 3 palavras: UM SHOWZÃO DA P@!A, e chego para o show do Chainsmokers (detalhe que acordei às 6 da manhã aquele dia, estava com fome, sono e com vontade de ir ao banheiro, enfim). Chegando lá, eu esperava ouvir Closer, Paris, Don’t Let Me Down, e todos os hits deles que eu estava tão animada para ouvir. Eis que eu chego para um show que sinceramente parecia que alguém tinha simplesmente ligado um pen-drive em um computador. Chegou uma hora que eu literalmente sentei no chão e fiquei la esperando acabar (isso é claro considerando todo o meu cansaço e as outras coisas que eu falei mais cedo). Mas o ponto é que, eles tentaram de uma maneira forçada engajar o público tocando trechos de bandas como Panic! at The Disco e The Killers. Mas não deu certo, por que nem essas músicas eles deixaram tocar por mais de 15 segundos. Acho que esse foi o meu maior problema. Quando você começava a sentir a musica e toda a vibe da galera, eles trocavam, te deixando sem saber o que fazer ou para qual música dançar e cantar. Isso ocorreu principalmente com os hits deles que eram o principal motivo da galera querer vê-los. Foi pra mim, um show mal feito de DJ de balada. Me deixa triste escrever uma opinião tão ruim de um show que eu queria tanto ver, #decepcionada.

Mas então foi isso galerinha do mal. Esse foi meu primeiro post aqui para o URBAN DRESS CODE, na minha categoria FOR THE RECORD! Espero que tenham gostado, e se não concordam com as minhas opiniões deixem um comentário e vamos debater o assunto! Um hug, ate a próxima!

Luiza Salomão

 

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SPFW – AMAPÔ

Semana passada rolou aqui em Sao Paulo a SPFW N43, e eu fui assistir o desfile da AMAPÔ. Fui com meu amigo e fotógrafo Doug. Os desfiles da AMAPÔ são sempre uma surpresa e dessa vez não foi diferente. Começou com o pai de uma das estilistas tocando piano e sendo encarregado da trilha sonora. O foco desta temporada foi o jeans com várias lavagens e shapes diferentes do tecido. A produção fugiu muito dos padrões também, com penteados ousados. Até crianças fizeram parte do casting!

O desfile foi super corrido, mas consegui fotografar algumas coisas e fiz até vídeo! Já subi no canal e vocês podem conferir aqui:

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Usei um look super vibes! Essa blusa cropped MARA e a saia jeans sao da Forever 21 e a sandália com salto plataforma ‘e da C&A.

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#agenciaLEMA #ElonoSPFW

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SHOW SUICIDAL TENDENCIES #049

Mais um show incrível para o #weekenddiary, dessa vez foi do Suicidal Tendencies. Depois do show do Muse em SP, nunca mais achei que iria fazer essa “loucura” de ir em show de última hora.  Até que o meu amigo Ra Diaz, baixista da banda, me convidou para ir ao show no Audio Club.

O evento foi o Honor Sound Festival, que teve a participação das bandas: Ratos de porão, Oitão, Tolerância Zero e o Suicidal Tendencies. Cheguei no local pouco antes do Suicidal subir no palco, foi meu primeiro festival 100% metal, e achei incrível! Amei o show deles, super animado! A galera pirou horrores! Teve uma hora que vários fãs subiram no palco, o show virou uma festa.

Tive pouquíssimo tempo para conversar com o Ra Diaz, de tão corrido que foi. Antes dele se apresentar, ele me deu passes de backstage, demais não é? Aproveitei mesmo e conheci todos os lugares na Audio Club, mas passei a maior parte do tempo na pista e no camarote que dava pra ver melhor o show. Sobre o look: usei um shorts jeans destroyed, camisetão do Metallica, jaqueta jeans oversized e bota de plataforma, e uma bandana no pescoço.

O show acabou depois da 1 da manhã e a banda ia direto pro aeroporto pegar um vôo para a Colômbia as 3! Olha essa loucura, vida de turnê não é nada fácil. Foi mega corrido mas amei cada segundo, espero da próxima vez aproveitar muito mais!

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